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Mesmo com proibição da Anvisa, câmaras de bronzeamento ainda são encontradas na Grande Florianópolis

 

Técnica de bronzeamento a jato, que serve como uma maquiagem, é uma alternativa sem riscos à saúde

 

 

Não é novidade que os cuidados com a aparência e investimentos em produtos e procedimentos estéticos estão entre as prioridades do brasileiro, movimentando um mercado que parece não sentir os impactos da crise. E principalmente em cidades litorâneas, onde o culto ao corpo é ainda maior, há uma alta procura por serviços que prometem manter o bronzeado ao longo do ano. Mesmo após 9 anos da proibição das câmaras de bronzeamento artificial, não é difícil encontrar em Florianópolis e São José clínicas de estética e salões de beleza com os equipamentos em funcionamento.

 

O bronzeamento em câmaras aumenta em até 70% as chances de desenvolver um câncer de pele, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. A proibição ocorreu em 2009, pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Para o empresário Edemilson Bressan, a frente de salões de beleza na capital, “muitos desses espaços não se desfizeram das máquinas, apenas a colocaram em salas mais reservadas e não fazem divulgação explícita”.
 

Mais forte que o sol

 

Especialistas sugerem que dez minutos em uma câmara pode ser correspondente a quase uma hora de exposição ao sol em dias de altas temperaturas. Além do risco de câncer, a máquina de bronzeamento artificial acelera o envelhecimento, já que provoca desidratação da pele. “É difícil para o paciente perceber o quão nocivo são estas sessões pois, algumas lesões, como manchas e câncer de pele, podem aparecer muitos anos após o procedimento. Há casos em que somente após 10 anos foram detectadas alterações”, explica a dermatologista Thayná Alegreti, de Florianópolis.

 

A principal diferença entre se expor ao sol e se expor às luzes emitidas por uma câmara, além do agravante na intensidade, é que os raios chegam à pele sem qualquer filtro (como a camada de ozônio).

 

Alternativa sem riscos

 

Para quem não abre mão de manter o tom dourado na pele mesmo durante o inverno, uma alternativa que não incide em riscos para a saúde da pele é a técnica “Magic Tan”, ou bronzeamento a jato, que nada mais é que uma maquiagem, que sai da pele após, em média, seis lavagens. A duração do bronzeado também varia em função de transpiração. Mesmo com algumas versões de fabricantes nacionais, a mais procurada continua sendo a “Versa Spa”, desenvolvida em Ohio, nos Estados Unidos.


No Brasil a marca é regulamentada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). “Os clientes saem muito satisfeitos, pois diferente dos outros produtos usados em bronzeamento a jato, neste a cor fica natural, não alaranjada”, diz Cláudio Figadoli, gerente de salão de beleza equipado com uma Versa Spa. Como funciona: trata-se de uma cabine com 27 sprays, na qual o cliente se posiciona por aproximadamente 1 minuto. A fórmula usada associa o DHA, princípio ativo dos autobronzeadores, e a eritrulose, que garante o aspecto natural. Outro diferencial é a presença de aloe e vitamina A, auxiliando na hidratação.

 

Mas é importante reforçar: mesmo com a pele “maquiada” pelo bronzeamento a jato, é fundamental manter os cuidados como o uso de protetor solar. “Há quem pense que por já estar ‘bronzeado’, moreno, não precisa mais de proteção; é um grande engano. Devemos sempre manter a aplicação de filtro solar nas partes do corpo que estão expostas, a fim de prevenir tanto o câncer de pele como o envelhecimento”, reforça a dermatologista Thayná Alegreti.

Máquina desenvolvida nos EUA e com aprovação da Anvisa, a "Versa Spa" é uma alternativa segura para conquistar o bronzeado desejado

 

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