Copyright © 2019 | Atré Comunicação Personalizada

Dia Mundial da Doença Rara

28/2/2019

Apesar de atingirem a minoria da população, as doenças raras merecem uma
atenção, já que muitas vezes são de difícil diagnóstico, conforme alerta da
Sociedade Catarinense de Reumatologia (SCR). Nesta quinta-feira (28/02), o Dia
Mundial da Doença Rara lembra que existem aproximadamente 8 mil tipos de
doenças raras e que 30% dos pacientes morrem antes dos cinco anos de idade;
75% delas afetam crianças e 80% tem origem genética. Esse grande grupo de
doenças inclui no diagnóstico e tratamento dos sintomas diversas
especialidades, como a reumatologia, que lida com diferentes doenças
autoimunes.

 

 Segundo o médico reumatologista e membro da SCR, Ivanio Alves Pereira,

frequentemente essas doenças têm o seu reconhecimento em fase tardia por

diferentes profissionais. “Diversas doenças reumáticas autoimunes preenchem

critérios de serem condições raras, como as síndromes autoinflamatórias,

algumas vasculites, policondrite recidivante, amiloidose AA, sarcoidose,

osteomalácia, e muitas outras. Além deste paciente chegar ao reumatologista

em fase tardia do seu diagnóstico, não há protocolos na saúde pública e privada

que atendam a necessidade do tratamento destes pacientes com doenças

autoimunes raras, especialmente por não gerar nos gestores do sistema público

uma prioridade de atendimento pelo número reduzido de pacientes afetados”,

ressalta o médico.

 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma

doença é considerada rara caso afete até 65 pessoas em cada 100 mil

indivíduos. No mundo há estimados 13 milhões de pessoas com doenças raras,

segundo pesquisa da Interfarma.

 

 

 

 

Please reload

Como está a comunicação da sua empresa para 2020?

10/12/2019

1/26
Please reload

Please reload