top of page

Nova Senda completa nove anos e projeta novo ciclo de crescimento

Atré Comunicação
há 22 minutos
4 min de leitura

Incorporadora cresceu em equipe, processos e portfólio sem abandonar a preocupação com detalhes que vão além da entrega

É dezembro de 2021. Depois de três anos de obra, uma pandemia no meio, falta de materiais para o setor da construção civil, aumento de preços e até a quebra de um dos maiores empreiteiros da cidade, as portas do Jardim Oceano finalmente se abrem para os moradores. O prédio está pronto, as unidades vendidas. A estreia foi a materialização de uma aposta que, poucos anos antes, parecia grande demais para o tamanho da empresa. " É uma das melhores sensações que eu tive na vida", lembra Daniel dos Santos, um dos sócios da Nova Senda. Aquele foi um dos primeiros capítulos de uma incorporadora que ainda estava descobrindo a própria dimensão.



Hoje a Nova Senda tem uma equipe que se aproxima de vinte pessoas, empreendimentos em diferentes etapas e uma estrutura que já exige processos bem distantes daqueles dos primeiros anos. A empresa se prepara para um período de crescimento mais acelerado, com duas obras em andamento, uma terceira prevista na sequência e a perspectiva de chegar a quatro empreendimentos simultâneos entre 2027 e 2028.


É uma mudança considerável para uma incorporadora que começou praticamente fazendo tudo à mão. Mas existe uma linha contínua entre aqueles primeiros dias e os projetos que vêm pela frente, uma insistência em fazer as coisas de um jeito próprio que atravessa a empresa desde antes de ela se chamar Nova Senda.


Os primeiros passos

Antes de construir, os sócios criaram a Senda Invest, voltada à comercialização de investimentos imobiliários. A experiência com diferentes construtores mostrou o que não queriam reproduzir: falta de transparência, falhas no acompanhamento e problemas de execução. A decisão foi assumir a construção.


A primeira oportunidade surgiu em Canasvieiras, em um terreno com projeto aprovado. Os recursos eram limitados e, quando o proprietário perguntou qual seria a garantia de entrega, Balthazar dos Santos, sócio e pai de Daniel, respondeu: “A garantia sou eu.”

No início, a operação era enxuta e quase tudo passava pelas mãos dos próprios sócios. Mas havia uma escolha da qual não abriam mão. A qualidade.


Para além da entrega

Hoje, quando a sócia Janaína Ketter fala sobre a Nova Senda, uma expressão aparece com frequência, “aquilo que o cliente não vê”. Um hall com pé-direito duplo pode impressionar. Um lustre pode aparecer na fotografia. Mas há decisões menos visíveis que interferem diretamente na vida de quem vai morar ali. 


As obras da empresa usam, por exemplo, manta de atenuação acústica no contrapiso, paredes duplas em determinadas divisões e componentes elétricos escolhidos a partir de critérios de qualidade. Em alguns casos, até a disponibilidade futura de uma peça no mercado entra na decisão de compra.


A mesma lógica aparece nas plantas humanizadas. "O papel aceita tudo", diz Janaína. Uma mesa para oito lugares cabe em praticamente qualquer desenho de apartamento. Na vida real, talvez não. Por isso, a empresa procura representar os ambientes em escala e contratar profissionais para desenvolver plantas que sejam possíveis de reproduzir depois da entrega. 


Uma demonstração de responsabilidade

Depois da finalização do Jardim Oceano, a história poderia ter seguido por um caminho mais previsível. Mas, em 2021, ainda durante a pandemia, a Nova Senda assumiu o Jardim do Oriente, empreendimento iniciado por outro incorporador que não teve recursos financeiros para terminar a obra.


Antes de se tornar incorporadora, a Senda Invest havia vendido unidades do projeto para seus próprios clientes. Quando a obra parou, a empresa poderia considerar encerrada sua responsabilidade. Escolheu outro caminho: assumiu o empreendimento, recuperou a confiança dos compradores e levou a obra adiante. Era um risco, mas também reforçava uma ideia presente desde o início, o compromisso não termina quando a venda é assinada.

Ao mesmo tempo, o crescimento exigia mais estrutura. Ainda em 2019, a empresa investiu em um sistema de gestão capaz de acompanhar sua expansão. Durante a pandemia, a equipe aproveitou o período para se capacitar e organizar processos.


Nove anos depois, com uma equipe maior, novas áreas e empreendimentos acontecendo simultaneamente, a profissionalização se tornou ainda mais necessária. “A gente está em um processo de amadurecimento nesse momento”, diz Daniel. A Nova Senda segue aprendendo a ser a empresa que o próprio crescimento ajudou a construir.


Uma virada

Essa transformação também passou pelo nome. "Senda" significa caminho, percurso, atalho. Nasceu então a Senda Invest, com a proposta de ser "o caminho para o seu investimento". Quando chegou a hora de criar a incorporadora, a solução foi quase uma brincadeira. "Não tinha o New Civic? Pronto, nós vamos fazer a mesma coisa! Vai ser Nova Senda!", lembra Daniel. O nome acabou sendo mais certeiro do que poderiam imaginar, porque houve, de fato, uma nova senda, e nove anos depois a empresa está diante de outra mudança de escala.


Em 2025, o rebranding aproveitou o processo para revisitar missão, visão, valores e, principalmente, tentar traduzir em palavras aquilo que já vinha fazendo no cotidiano. O resultado foi condensado no conceito "Nova Senda, tudo por você", uma frase que reúne atendimento, pós-venda, qualidade construtiva, funcionalidade, escolha de materiais e cuidado com manutenção. Mas que sobretudo pensa no empreendimento como um espaço que continuará fazendo sentido depois da entrega.


É justamente nesse ponto que a história dos primeiros nove anos encontra a próxima. A Nova Senda comemora o aniversário olhando para frente. A empresa entra em um período em que os projetos exigem uma estrutura maior e uma escala de exposição da marca mais consistente. A previsão aponta para duas obras em andamento, uma terceira na sequência e até quatro empreendimentos simultâneos entre 2027 e 2028. Entre eles, estão um terreno próximo à ponte Hercílio Luz, em uma localização que vai fazer parte do projeto de revitalização do centro de Florianópolis. 


É uma mudança simbólica. A empresa que começou com um terreno em Canasvieiras, poucos recursos e uma promessa feita pelo fundador ao dono da área agora projeta sua presença em uma das regiões mais valorizadas de Florianópolis. A meta não é simplesmente crescer, mas fazer com que o nome Nova Senda passe a dizer por si só o que a empresa representa. 

Comentários


bottom of page